Red Hot Chili Peppers vende catálogo musical para a Warner por R$ 1,4 bilhão

O mercado da música foi abalado por um “slap” de baixo certeiro. O Red Hot Chili Peppers, uma das bandas mais icônicas e resilientes da história do rock, oficializou a venda de seu catálogo editorial para a Hipgnosis Songs Fund (com o suporte e distribuição da Warner Music) pela impressionante bagatela de US$ 140 milhões — aproximadamente R$ 1,4 bilhão na cotação atual.

A transação coloca Anthony Kiedis, Flea, Chad Smith e John Frusciante no seleto grupo de lendas da música que decidiram monetizar suas obras vitais, seguindo os passos de Bob Dylan, Neil Young e Stevie Nicks. O acordo abrange a vasta maioria do catálogo da banda, focado principalmente nos sucessos compostos pelos integrantes ao longo de quatro décadas. Isso inclui hinos geracionais que definiram o som dos anos 90 e 2000, como: Under the Bridge, Californication, Give It Away, Otherside, Scar Tissue e outros…

Para os fãs, na prática, pouco muda. A banda continua detentora de sua imagem e segue ativa nos palcos e estúdios. O que acontece agora é que, cada vez que você der play naquele riff inconfundível de Can’t Stop, uma parte dos royalties seguirá um novo caminho burocrático, mas a energia do funk-rock psicodélico permanece intacta.

“Nós colocamos nosso coração e alma em cada nota, e estamos felizes que esse trabalho continuará a ser cuidado por quem valoriza a música.” — (Perspectiva geral do grupo sobre o movimento do mercado).

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